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Os 10 melhores celulares baratos para comprar em 2026 (até R$ 1.500)

Na faixa de até R$ 1.500 tem aparelho excelente e aparelho que trava no WhatsApp, os dois com "50 MP" no anúncio. Estes são os 10 que valem o dinheiro, cada um para um tipo de pessoa.

Matheus Vieira
Os 10 melhores celulares baratos para comprar em 2026 (até R$ 1.500)

Resposta rápida: até R$ 1.500, o Galaxy A27 é o celular mais completo em 2026: processador Snapdragon, tela AMOLED de 120 Hz e seis anos de atualização. Até R$ 1.000, o Galaxy A17 5G é a escolha mais segura. E quem quer bateria acima de tudo deve olhar o Redmi 15, com 7.000 mAh.

Celular barato não precisa ser celular ruim. O problema é que, nessa faixa, a vitrine mistura aparelho excelente com aparelho que trava abrindo o WhatsApp, e os dois aparecem com “50 MP” e “bateria gigante” no anúncio.

A diferença está no que não aparece na foto: processador, tipo de tela, velocidade de carga e por quanto tempo a marca promete atualizar. Esta lista separa os 10 que valem o dinheiro, cada um para um tipo de pessoa.

Como a lista foi montada

Entraram só celulares lançados nos últimos dois anos, com oferta confiável de até R$ 1.500 nas lojas acompanhadas pelo Mundo Tech. Pesaram, nesta ordem: desempenho no dia a dia, tempo de atualização, tela, bateria com carga e câmera. Os preços abaixo são os de referência de 27 de outubro de 2026. O valor do dia aparece na caixa de cada modelo.

#ModeloMelhor paraA partir de
1Galaxy A27Melhor no geralR$ 1.299
2Redmi Note 15Tela e câmeraR$ 1.429
3Galaxy A17 5GAté R$ 1.000R$ 990
4Moto G56 5GResistênciaR$ 1.449
5Redmi 15BateriaR$ 1.120
6Moto G35 5GVídeo em 4KR$ 1.127
7realme C75Carga rápidaR$ 1.367
8POCO C85Bateria até R$ 1.000R$ 964
9Galaxy A07O mais barato da listaR$ 799
10Moto G06Tela grande barataR$ 879

1. Galaxy A27: o melhor no geral

É o único da lista com processador de intermediário de verdade: o Snapdragon 6 Gen 3, que segura jogo, câmera e várias abas sem engasgar. Junta isso com tela Super AMOLED de 120 Hz, câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, vídeo em 4K e 8 GB de RAM.

E tem o detalhe que mais pesa no longo prazo: a Samsung promete seis anos de atualizações. Traduzindo: comprado hoje, ele segue recebendo correção de segurança até o começo da próxima década.

Fica devendo: carga de 25 W, sem pressa, e ultrawide de só 5 MP. Para quem é: quem quer um celular só e não quer pensar em trocar tão cedo.

2. Redmi Note 15: a melhor tela e a câmera de 108 MP

Se o uso é vídeo, Instagram e foto, o Redmi Note 15 entrega muito: tela AMOLED de 6,77 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 108 MP, 8 GB de RAM e opção com até 512 GB. A bateria de 6.000 mAh com carga de 33 W fecha bem o pacote.

Fica devendo: é 4G, sem 5G, e o processador Helio G100 Ultra fica abaixo do Snapdragon do Galaxy A27 em jogo pesado. Para quem é: quem passa o dia no celular vendo vídeo e quer a tela mais bonita da faixa.

3. Galaxy A17 5G: o mais seguro até R$ 1.000

Por menos de mil reais, o Galaxy A17 5G tem o que muito intermediário mais caro não tem: tela Super AMOLED Full HD+ com vidro Gorilla Glass Victus, câmera principal com estabilização óptica, 5G e os mesmos seis anos de atualização do A27.

Fica devendo: tela de 90 Hz, ultrawide de 5 MP e vídeo só em Full HD. Para quem é: quem quer gastar pouco sem cair em aparelho descartável. A comparação com os irmãos mais caros está em Galaxy A17, A26 ou A37: qual comprar.

4. Moto G56 5G: o mais resistente

Proteção IP68 e IP69 e certificação militar contra queda em celular dessa faixa é raridade. O Moto G56 5G aguenta chuva forte e mergulho, e ainda tem processador Dimensity 7060, tela de 120 Hz, ultrawide de 8 MP e eSIM.

Fica devendo: a tela é LCD, não AMOLED, e a Motorola promete quatro anos de segurança, menos que a Samsung. Para quem é: quem trabalha na rua, entregador, obra, ou quem tem histórico de derrubar celular na pia.

5. Redmi 15: a maior bateria da lista

São 7.000 mAh. Para a maioria das pessoas, isso significa dois dias longe da tomada. E a carga de 33 W evita aquele problema de bateria grande que leva a madrugada inteira para encher.

A tela também surpreende: 6,9 polegadas, Full HD+ e 144 Hz, com 8 GB de RAM e processador Snapdragon 685.

Fica devendo: a tela é LCD e o aparelho pesa 224 gramas, sente no bolso. Para quem é: quem esquece de carregar ou passa o dia fora. Para fazer qualquer bateria render mais, veja os 12 ajustes que fazem diferença.

6. Moto G35 5G: vídeo em 4K pelo menor preço

Gravar em 4K costuma ser recurso de celular mais caro. O Moto G35 5G grava, e ainda tem ultrawide de 8 MP, tela Full HD+ de 120 Hz, 5G e eSIM por pouco mais de mil reais.

Fica devendo: 4 GB de RAM, que limitam quem deixa muito app aberto, carga de 18 W e saiu de fábrica com Android 14. Para quem é: quem grava vídeo para rede social e não quer gastar muito. Se a dúvida é sobre memória, o guia quanta memória o celular precisa ajuda a decidir.

7. realme C75: a carga mais rápida da lista

Carga de 45 W com bateria de 5.828 mAh: meia hora na tomada já resolve boa parte do dia. Ele também tem proteção IP68 e IP69, 8 GB de RAM e versões com até 512 GB.

Fica devendo: tela LCD de 90 Hz, processador Helio G92 Max, mais fraco que o dos primeiros da lista, e Android 14 de fábrica. Para quem é: quem vive com pressa e lembra de carregar só na hora de sair.

8. POCO C85: bateria grande abaixo de R$ 1.000

Bateria de 6.000 mAh, carga de 33 W, 8 GB de RAM e tela de 6,9 polegadas a 120 Hz por menos de mil reais. É o melhor pacote de autonomia dessa faixa.

Fica devendo: tela HD+, com menos nitidez, e processador Helio G81 Ultra, que dá conta do básico, mas não de jogo pesado. Para quem é: quem usa redes sociais, WhatsApp e vídeo o dia inteiro e não quer ficar preso no carregador.

9. Galaxy A07: o mais barato da lista

Abaixo de R$ 800, é difícil achar algo que entregue o que o Galaxy A07 entrega: processador Helio G99, que é bom para essa faixa, tela de 90 Hz, câmera de 50 MP e, de novo, seis anos de atualização da Samsung.

Fica devendo: tela LCD HD+ e vídeo só em Full HD. Para quem é: primeiro celular de adolescente, celular dos pais para WhatsApp e banco, ou aparelho reserva.

10. Moto G06: a maior tela pelo menor preço

Tela de 6,88 polegadas a 120 Hz, com vidro Gorilla Glass 3, e bateria de 5.200 mAh por menos de R$ 900. Para quem quer tela grande para vídeo e letra grande, faz sentido.

Fica devendo: carga de só 10 W, lenta, processador Helio G81 Ultra e tela HD+. Para quem é: quem prioriza tela e preço e carrega o celular à noite.

O que evitar num celular barato

  • 64 GB de armazenamento: sistema e WhatsApp ocupam boa parte em pouco tempo. Prefira 128 GB.
  • Carga de 10 W com bateria grande: a bateria de 6.000 mAh vira problema quando leva horas para encher.
  • Aparelho sem prazo de atualização: celular barato também guarda banco e Pix. Prefira marcas que divulgam quantos anos de segurança vão entregar.
  • Anúncio bom demais: preço muito abaixo do resto do mercado costuma ser golpe ou aparelho de outro país. Veja como identificar celular falsificado ou recondicionado.

Vale esperar a Black Friday?

Se a compra não é urgente, vale acompanhar o preço até o fim de novembro: celular é um dos produtos mais procurados na data. Mas desconfie de “desconto” que só existe porque o preço subiu antes. Crie o alerta na caixa de cada modelo e o site avisa quando o valor cair de verdade. O calendário e os cuidados estão no guia da Black Friday 2026.