Direto ao ponto: o Galaxy S26 só decepciona quem esperava um salto na câmera. No resto, é um topo de linha compacto muito competente, com sete anos de atualização. A dúvida real é se ele compensa diante dos irmãos da própria Samsung.
Todo ano é igual. Vaza a ficha, a internet reclama, e o celular sai sendo bom do mesmo jeito.
O Galaxy S26 chegou em fevereiro de 2026, e agora a conversa pode sair do achismo.
Onde ele não mudou: as câmeras
Essa é a parte que mais frustra quem acompanha a linha. A traseira segue com principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom de 3x, os mesmos números do Galaxy S25.
Traduzindo: quem tem um S25 não vai sentir diferença de hardware na foto. O salto de verdade em câmera fica no Ultra, com principal de 200 MP e teleobjetiva de 50 MP com zoom de 5x.
Onde ele evoluiu
- Bateria: 4.300 mAh, num corpo de só 167 gramas.
- Memória: 12 GB de RAM e 256 GB já na versão de entrada.
- Tela: 6,3 polegadas, AMOLED, com 120 Hz.
- Tempo de vida: sete anos de atualizações de segurança prometidos.
O concorrente vem de casa
O problema do Galaxy S26 não é a ficha. É o Galaxy S26 FE, que tem tela maior de 6,7 polegadas, bateria de 4.900 mAh, carga de 45 W, teleobjetiva e os mesmos sete anos de suporte.
O FE usa o Exynos 2500, abaixo do chip do S26, e tem menos RAM. Mas para a maioria das pessoas essa diferença aparece pouco no dia a dia. Quem não faz questão de um aparelho pequeno precisa olhar os dois.
Para quem o Galaxy S26 faz sentido
Para quem quer um celular pequeno e leve sem abrir mão de topo de linha. Esse público tem cada vez menos opção, e aqui ele é bem atendido.
Se o foco é foto, suba para o Ultra. Se o foco é pagar menos, desça para o FE. Antes de decidir, a página de comparação entre o S26 e o S26 FE mostra as duas fichas lado a lado.
Sobre atualização, o Mundo Tech também acompanhou o patch de outubro do Galaxy S26.